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Atualizado: há 7 min 4 sec atrás

Facebook vai revelar quem paga por anúncios sobre temas como armas, saúde e educação no Brasil

a 1 hora 7 min atrás

Segundo a controladora da empresa, anúncios sobre temas sociais serão enquadrados em sua política de transparência, como já acontece com campanhas sobre políticas e eleições. Regra começará a valer no final de junho. Facebook Dado Ruvic / REUTERS A Meta, controladora do Facebook e do Instagram, anunciou nesta quinta-feira (19) que, a partir do final de junho, vai informar quem pagou por anúncios sobre temas sociais, como armas, saúde e educação. Eles serão enquadrados na política de transparência da empresa, como acontece com anúncios sobre política e eleições, que têm regras adicionais desde 2018. Meta, dona do Facebook, se une a organizações brasileiras para construir metaverso Por que um dos principais responsáveis pela venda do WhatsApp ao Facebook diz se arrepender do negócio Com a mudança, os anúncios sobre temas sociais deverão passar por um processo de autorização e exibir um rótulo que informa quem pagou pela publicidade. Segundo o Facebook, o objetivo é dar mais transparência e autenticidade para esses conteúdos. Pelas regras da Meta, anúncios sobre temas sociais são os que tratam dos seguintes temas: direitos civis e sociais imigração valores políticos e governança crime economia segurança e política externa política ambiental armas saúde educação Segundo a empresa, qualquer anúncio nessa categoria que não seguir a regra de transparência poderá ser removido e arquivado na Biblioteca de Anúncios, ferramenta que reúne campanhas publicitárias divulgadas no Facebook e no Instagram. Para explicar quais anúncios ganharão rótulo sobre quem pagou por eles, a Meta apresentou exemplos para cada um dos temas sociais. Em campanhas sobre saúde, por exemplo, a empresa vai exigir mais transparência de anúncios que tenham frases como "Saúde é um direito, não um negócio". Por outro lado, anúncios que tenham frases como "Faça um mestrado em Saúde Pública" não serão enquadrados na regra. A regra de transparência da Meta começou a ser adotada em 2018 com anúncios políticos, o que inclui referências a figuras políticas, partidos ou eleição. A exibição de rótulos com informações sobre quem pagou pelo conteúdo se tornou obrigatória em 2020.

TikTok faz testes no Vietnã para impulsionar jogos no aplicativo

a 6 hours 11 min atrás

País se tornou atraente para plataformas de mídia social por ter 70% dos moradores com menos de 35 anos. Medida pode aumentar a receita de publicidade e a quantidade de tempo na rede social. TikTok REUTERS O TikTok vem realizando testes no Vietnã para que os usuários possam jogar dentro do aplicativo, afirmaram fontes ligadas à rede social. A plataforma, de propriedade da chinesa ByteDance, é considerada uma das mais populares do mundo com mais de 1 bilhão de usuários ativos mensais. O objetivo de impulsionar os jogos é para que aumente a receita de publicidade e a quantidade de tempo que os usuários passam no aplicativo. Com uma população experiente em tecnologia e que tem 70% dos moradores com menos de 35 anos, o Vietnã é um mercado atraente para plataformas de mídia social como TikTok, Meta (dona do Facebook e Instagram) e Alphabet ( YouTube e Google). Astronauta faz sucesso no TikTok com vídeos sobre rotina no espaço O TikTok também planeja lançar jogos no Sudeste Asiático já no terceiro trimestre, afirmaram fontes que preferiram não ser identificadas, já que as informações ainda não foram divulgadas publicamente. Um representante do TikTok afirmou que a empresa testou trazer jogos HTML5 (uma forma comum de minijogo) para seu aplicativo por meio de parcerias com desenvolvedores de jogos de terceiros e estúdios como Zynga Inc. Mas se recusou a comentar seus planos para o Vietnã ou suas ambições mais amplas de jogos. "Estamos sempre procurando maneiras de enriquecer nossa plataforma e testar regularmente novos recursos e integrações que agreguem valor à nossa comunidade", disse o representante em comunicado enviado por e-mail à Reuters. ByteDance não respondeu sobre o caso. Os ministérios das Relações Exteriores e das Comunicações do Vietnã também não comentaram. A Reuters não conseguiu conhecer os planos do TikTok para lançar recursos de jogos em outros mercados. Embora os usuários possam assistir jogos sendo transmitidos, na maioria das regiões eles não podem jogar no aplicativo. Nos Estados Unidos, apenas alguns jogos parecem ter sido lançados, incluindo o "Disco Loco 3D" da Zynga, um jogo de desafio de música e dança e "Garden of Good", onde os jogadores cultivam vegetais para acionar doações do TikTok para a organização sem fins lucrativos Feeding América. De acordo com duas fontes, o TikTok planeja se basear principalmente no conjunto de jogos da ByteDance. Embora a empresa comece com minijogos, que tendem a ter mecanismos de jogo simples e pouco tempo de jogo, suas ambições de jogo vão além disso, disse uma das pessoas que tiveram conhecimento direto do assunto. O TikTok exigirá uma licença para apresentar jogos em sua plataforma no Vietnã, onde as autoridades restringem jogos que retratam jogos de azar, violência e conteúdo sexual. Espera-se que o processo corra bem, pois os jogos planejados não são controversos, disse a pessoa. A incursão do TikTok em jogos reflete esforços semelhantes feitos por grandes empresas de tecnologia que buscam reter usuários. O Facebook lançou o Instant Games em 2016 e a empresa de streaming Netflix também adicionou jogos recentemente à sua plataforma. Também marca o mais recente esforço da ByteDance para se estabelecer como um grande concorrente nos jogos. Ela adquiriu o estúdio de jogos Moonton Technology, com sede em Xangai, no ano passado, colocando-o em concorrência direta com a Tencent , a maior empresa de jogos da China. Mesmo sem jogos, o TikTok viu um aumento na receita de publicidade. Sua receita de publicidade deve triplicar este ano para mais de US$ 11 bilhões, superando as vendas combinadas do Twitter e Snap, de acordo com a empresa de pesquisa Insider Intelligence.

Meta, dona do Facebook, se une a organizações brasileiras para construir metaverso

Qua, 05/18/2022 - 18:50

Controladora do Facebook anunciou novas parcerias para definir padrões de construção responsável do universo virtual. Empresa investirá US$ 50 milhões em projetos e pesquisas. Horizon Workrooms, ambiente em realidade virtual desenvolvido pela Oculus, empresa do Facebook Divulgação A Meta, dona do Facebook, anunciou nesta quarta-feira (18) parcerias com organizações de vários países para definir padrões de bem-estar e segurança para o metaverso, espécie de universo digital que tem recebido investimentos da empresa. Entre as dez entidades, há quatro do Brasil. Os acordos da Meta com as organizações preveem um investimento total de US$ 50 milhões ao longo de dois anos, que já havia sido anunciado em 2021. Segundo a empresa, o objetivo é fomentar projetos e pesquisas externas que contribuam para uma construção responsável do metaverso. Leia também: O que é o metaverso, apontado como o futuro do Facebook por Mark Zuckerberg Vida no metaverso: como a realidade virtual poderá afetar a percepção do mundo ao redor "O metaverso é um conjunto de espaços virtuais que podem ser criados e explorados por pessoas que não estão num mesmo espaço físico", explica a Meta. "Neles, é possível estar com amigos, trabalhar, jogar, aprender, comprar, criar e muito mais". Estas são as novas parceiras da Meta e seus compromissos: ITS Rio (Instituto de Tecnologia de Sociedade do Rio, Brasil): criará grupo de especialistas para identificar oportunidades e desafios do metaverso na América Latina, especialmente no Brasil; IRIS-BH (Instituto de Referência em Internet e Sociedade, Brasil): estudará sobre privacidade e proteção de dados em tecnologias imersivas no contexto das políticas e estruturas de governança existentes; Safernet (Brasil): organizará workshops e hackathons para discutir a segurança de mulheres e crianças em experiências de realidade virtual e aumentada; IP.Rec (Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife, Brasil): analisará políticas públicas brasileiras aplicáveis à realidade virtual e aumentada; C-Minds Eon Resilience Lab (México): pesquisará sobre oportunidades econômicas, privacidade e segurança, gênero e governança no metaverso; Fundación Universidad de San Andres (Argentina): identificará oportunidades e desafios éticos no metaverso, com foco em abordagens legais e regulatórias, interoperabilidade social e técnica, e inclusão; Jobs for the Future (Estados Unidos): analisará como realidade aumentada e virtual podem ajudar pequenas e médias empresas, com foco em preparar força de trabalho nos EUA; Chuo University (Japão): pesquisará sobre melhorias no ensino e na aprendizagem de línguas estrangeiras; Projeto Rockit (Austrália): investigará as perspectivas dos jovens sobre realidade virtual e aumentada, bem como requisitos para criar comunidades virtuais mais seguras; Australian National University (Austrália): explorará a estrutura do metaverso considerando a interação de elementos técnicos, sociais, culturais, regulatórios e ambientais. Além dos novos parceiros, a Meta já tem outras seis parcerias para construir o metaverso. Entre eles, estão o Digital Wellness Lab, do Hospital Infantil de Boston (EUA), a organização Everfi e o pesquisador Lewis Bernstein, que se concentrarão em conteúdos sobre alfabetização no metaverso. A Meta também tem acordos com a Colorintech (Reino Unido), organização que fará ações sobre equidade no metaverso; o museu Alte Nationalgalerie (Alemanha), que promoverá arte no universo virtual; e a organização Peres Center for Peace and Innovation (Israel), que trabalhará para criar oportunidades de impacto econômico e social no metaverso. O que será do metaverso do Facebook? Wagner Magalhaes / g1

Maioria das empresas que sofrem ataques ransomware paga resgate para obter dados de volta, aponta pesquisa

Qua, 05/18/2022 - 15:38

Negociar com os criminosos não é uma boa prática para impedir esse tipo de sequestro digital, aponta especialista em segurança. Levantamento aponta que 75% das empresas vítimas desse tipo de crime digital aceitam pagar resgates Tima Miroshnichenko/Pexels O crescimento dos ataques virtuais por ransomware tem colocado empresas em um dilema: até que ponto negociar com os criminosos. De acordo com uma pesquisa recente, mais de 75% das empresas vítimas desse tipo de crime digital aceitam pagar resgates para encerrar as atividades de hackers e recuperar o acesso aos dados. Compartilhe essa notícia no WhatsApp Compartilhe essa notícia no Telegram Em 24% dos casos de sequestros digitais, mesmo com o pagamento, as companhias não conseguem recuperar as informações perdidas. Os dados estão presentes em um relatório global da empresa de segurança Veeam. Para o levantamento, a Veeam contratou uma empresa independente de pesquisas, que entrevistou 1.000 líderes da área de tecnologia de marcas que foram vítimas de ataques de ransomware pelo menos uma vez nos últimos 12 meses. Os entrevistados representaram organizações de todos os tamanhos de 16 países diferentes na Ásia, Europa, Oriente Médio e na América. LEIA TAMBÉM: Blue Origin adia voo com brasileiro ao espaço por problema em foguete Saiba como se proteger de golpes no WhatsApp Ransomware é um tipo de vírus que sequestra o conteúdo do computador da vítima e cobra um valor pelo resgate. No caso de empresas, os hackers podem exigir milhões para devolver o controle s. VÍDEO: Ransomware - entenda como vírus é usado em extorsões No Brasil, suspeita-se que a técnica criminosa tenha sido usada no ataque ao site do ConecteSUS e a página do Ministério da Saúde, em dezembro de 2021. Um grupo de hackers afirmou ter "copiado e excluído" 50 TB de dados internos do ministério. No entanto, não há informações sobre pedido de resgate ou o pagamento por parte do governo brasileiro. O sistema ConecteSUS ficou fora do ar por 13 dias. 'Pagar criminosos não é estratégia' “O ransomware democratizou o roubo de dados e exige a colaboração de organizações em todos os setores para maximizar sua capacidade de remediar e recuperar sem pagar o resgate”, afirma o diretor de tecnologia da Veeam, Danny Allan. Segundo o executivo existe uma “narrativa” de que as empresas são impotentes frente aos ataques de criminosos. E incentiva os hackers a continuarem invadindo organizações de diversos tipos. “Pagar a cibercriminosos para restaurar dados não é uma estratégia de proteção de dados. Não há garantia da recuperação, os riscos de danos à reputação e perda de confiança do cliente são altos”, explica o diretor de tecnologia da Veeam, Danny Allan. Segundo o relatório da Veeam, na maioria dos casos, os criminosos obtêm acesso aos dados de empresas por meio de links maliciosos ou sites "não seguros" que são visitados por seus colaboradores. Como proteger celular em caso de roubo e evitar prejuízo maior Contas falsas e spam: entenda o problema que fez Elon Musk suspender a compra do Twitter Depois de acessar o ambiente corporativo, os invasores aproveitaram vulnerabilidades conhecidas, incluindo sistemas operacionais e servidores de banco de dados para apagar os backups, que são as cópias de segurança de informações vitais de uma empresa. O levantamento aponta que 72% das organizações tiveram ataques parciais ou completos em seus repositórios de backup - o que impacta na capacidade da vítima de recuperar dados sem pagar o resgate.

Como proteger celular em caso de roubo e evitar prejuízo maior

Qua, 05/18/2022 - 09:47

Conheça medidas para se proteger tanto antes quanto depois de um roubo. Com o aprimoramento da tecnologia - e das habilidades dos criminosos - a perda do aparelho pode ser um prejuízo maior Andrey Popov/Getty Images via BBC Brasil Se há alguns anos ter o celular roubado já representava um prejuízo financeiro, hoje ele pode ser maior. Com o aprimoramento da tecnologia - e também das habilidades dos criminosos - a perda do aparelho pode se tornar um prejuízo pequeno em comparação ao que uma quadrilha consegue fazer se tiver acesso a documentos, contas em redes sociais e, principalmente, a contas bancárias da vítima. Compartilhe essa notícia no WhatsApp Compartilhe essa notícia no Telegram Muitos roubos têm acontecido enquanto a vítima usa o aparelho - e, portanto, ele está desbloqueado. "É aquele roubo no qual a pessoa passa correndo ou de bicicleta e arranca o aparelho da sua mão. Também pode acontecer no trânsito. O intuito é pegar o celular desbloqueado e ter acesso mais fácil às informações", aponta Hiago Kin, presidente da Associação Brasileira de Segurança Cibernética. Nesse caso, a vítima tem poucos minutos para fazer o bloqueio do aparelho antes que o criminoso comece a acessar seus dados. "Ele mantém a tela ativa, coloca o chip em outro dispositivo e começa tentar trocar senhas a partir do SMS (muitos aplicativos dão essa opção)", aponta Kin. Como os aplicativos de encontros despertam o que há de pior em algumas pessoas Contas falsas e spam: entenda o problema que fez Elon Musk suspender a compra do Twitter Outra modalidade é furto ou roubo com o celular bloqueado. Nesse caso, a quadrilha busca varrer a memória do aparelho com programas usados por hackers. "O objetivo não é trocar senhas de contas, mas obter informações que estão offline no aparelho. Documentos e dados pessoais são usados para abrir contas em outros bancos, que não o da vítima, e aplicar golpes", diz o especialista. VÍDEO: Saiba o que fazer se seu celular for roubado A seguir, veja as orientações de especialistas sobre como aumentar sua segurança: Para se proteger antes de eventual roubo 1. Não mexa no celular enquanto anda Antes de qualquer configuração, Kin recomenda atenção ao comportamento. "Evite mexer no celular enquanto se movimenta. As vítimas têm esse padrão específico. Como o foco está no dispositivo, ela não percebe quem está se aproximando. Antes de mexer no celular, pare em algum lugar, sem movimento, como um comércio." 2. Use código e opção de bloqueio automático da tela Escolha o menor tempo possível para bloqueio automático de tela e assim reduzir as chances de ser roubado com a tela desbloqueada. Alguns celulares oferecem a opção de bloqueio após 30 segundos sem utilização. 3. Ative biometria ou reconhecimento facial em aplicativos Procure, nas configurações de seus aplicativos, a opção de entrar por meio de biometria e leitura facial. Telegram e Whatsapp são exemplos que já permitem essa ativação. Ainda que o celular seja roubado com a tela desbloqueada, essa medida dificulta o acesso às informações. 4. Ative a autenticação de dois fatores Entre nas configurações de cada um dos seus principais aplicativos e busque pela opção de 'privacidade' para encontrar a opção de autenticação de dois fatores."Preze sempre por aplicativos que geram códigos e não pela autenticação por SMS, já que o ladrão pode estar com seu chip", diz Kin. 5. Não salve informações importantes (como senhas) no aparelho Evite manter qualquer tipo de senha em prints, fotos, e blocos de notas, assim como fotos de seus documentos. "Uma boa dica é digitar a palavra 'senha', 'acesso', na busca de mensagens e ver se você já mandou para alguém. Às vezes é sua senha para entrar em uma loja online, mas é a mesma usada para contar importantes. Os criminosos têm esse olhar", alerta o presidente da Associação Brasileira de Segurança Cibernética. 6. Tenha um chip reserva Se desejar manter um número de celular nas configurações de segurança das suas contas, o melhor é que não seja o mesmo número que você usa no dia a dia. "Assim os criminosos não vão conseguir trocar a senha solicitando um novo código por SMS, já que esse outro chip estará na casa, e não no aparelho roubado", explica Kin. 7. Revise e configure o limite de seu Pix A Federação Brasileira de Bancos alerta que desde abril do ano passado, o usuário pode controlar seu limite no sistema de pagamento instantâneo, permitindo que ele reduza ou aumente o valor disponível para realizar transações e pagamentos. "A medida é importante para auxiliar o cliente em sua gestão e controle de transações no Pix. A funcionalidade está disponível no internet banking e nos aplicativos bancários na área 'Meus Limites Pix.' Com ela, o cliente poderá revisar e configurar o valor mais adequado para suas transações financeiras do dia a dia", disse à BBC, em nota. Para se proteger depois que o aparelho foi roubado 1. Bloqueie a linha Antes de ligar no banco, realizar um boletim de ocorrência ou qualquer outra ação, ligue na operadora e bloqueie a linha. É isso que impedirá o criminoso de fazer qualquer tipo de ligação ou receber SMS. Anote o número de protocolo que confirma o pedido de bloqueio. 2. Bloqueie as operações bancárias Depois, ligue no banco para solicitar o bloqueio de todas as operações por via móvel ou computador. "Só esses dois passos já apresentam uma dificuldade enorme para os criminosos, que muitas vezes passam para o próximo aparelho", afirma o especialista. 3. Apague os dados do celular Ainda que o aparelho não tenha sido roubado com a tela desbloqueada, o primeiro passo é apagar os dados dele. Se o seu aparelho for Android, há quatro opções para fazer isso: Use a página do Google "Encontre Meu Dispositivo"; Acesse o aplicativo "Encontre Meu Dispositivo" por outro aparelho; Procure a seção "Minha Conta" do Google; Faça uma busca no Google por "Encontre Meu Dispositivo". Já se o celular for um iPhone, que usa o sistema iOS, use o site iCloud (acessível por qualquer navegador de internet) ou então o aplicativo Busca, caso tenha algum outro aparelho da Apple, para apagar os dados. 4. Recupere suas contas O especialista recomenda, em seguida, trocar suas senhas dos aplicativos e verificar quais são os dispositivos conectados naquela conta - como de email, por exemplo. Aí, desconecte essas contas do aparelho roubado. Como a troca de senha pede SMS, é importante estar com um novo chip. 5. Faça um boletim de ocorrência É importante fazer todos os processos descritos acima antes de ir à delegacia, dado o tempo que a vítima pode levar para fazer o boletim de concorrência - horas que podem servir para que a quadrilha avance no roubo de dados. Caso o criminoso tenha tentado aplicar golpes por meio de suas redes sociais, é importante compartilhar essas informações com a polícia. "Claro que há de se considerar a possibilidade de o criminoso estar utilizando um CPF que não lhe pertence e uma conta corrente fraudulenta, mas ainda assim, para a denúncia, todo e qualquer dado pode ser relevante e merece ser reportado, já que tais informações associadas a outras igualmente relevantes e objeto de denúncias realizadas por outras vítimas podem contribuir para identificação do crime", instrui a advogada Alessandra Borelli, CEO da Opice Blum Academy, empresa especializada em conhecimento em direito digital e proteção de dados. Devo pedir ao banco para ressarcir valores se criminosos acessarem minha conta? O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) entende que é falha no serviço dos bancos e instituições financeiras possuírem brechas na segurança que permitam que golpistas e fraudadores cometam diversos atos prejudiciais aos consumidores. O instituto indica que é possível registrar uma reclamação na ouvidoria do banco. Se não conseguir solucionar o problema, a próxima opção é buscar o Procon de sua cidade para que o órgão medie a recuperação dos valores perdidos. Além disso, há a opção de registro de reclamação no Banco Central. Se instituição financeira criou obstáculos para o cancelamento de transações ou passou a cobrar de você valores decorrentes de cartão de crédito ou empréstimo fraudulento após sua comunicação com a empresa, o Idec aponta que a melhor opção pode ser o ingresso na Justiça.

Escritório do Google na Rússia entra com pedido de falência

Qua, 05/18/2022 - 09:42

A companhia teve contas bancárias confiscadas pelo governo russo, impedindo o funcionamento da subsidiária da gigante das buscas no país. Subsidiária do Google na Rússia pode entrar com pedido de falência, segundo agência Andrew Kelly/Reuters/Arquivo O Google afirmou nesta quarta-feira (18) que sua subsidiária na Rússia entrou com um pedido de falência, de acordo com informações da agência Reuters. O pedido de falência foi confirmado por uma mensagem publicada no registro oficial da Rússia, Fedresurs, nesta quarta. A subsidiária está "apresentando uma notificação da intenção de se declarar insolvente (falida)", dizia a nota. Compartilhe essa notícia no WhatsApp Compartilhe essa notícia no Telegram A subsidiária russa do Google declarou-se insolvente depois que a companhia teve contas bancárias confiscadas pelo governo, impedindo o funcionamento da empresa no país, afirmou um porta-voz da empresa. "O confisco pelas autoridades russas da conta bancária do Google Rússia tornou insustentável o funcionamento de nosso escritório na Rússia, incluindo empregar e pagar funcionários da Rússia, pagar fornecedores e vendedores e cumprir outras obrigações financeiras", disse um porta-voz do Google. Siemens deixará a Rússia, onde está presente desde os czares Contas falsas e spam: entenda o problema que fez Elon Musk suspender temporariamente a compra do Twitter O Google não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters. As autoridades da Rússia disseram na terça-feira (17) que não planejavam bloquear o YouTube, apesar de repetidas ameaças e multas, reconhecendo que tal medida provavelmente prejudicaria os usuários russos e, portanto, deveria ser evitada. O presidente-executivo da Rostelecom, Mikhail Oseevskiy, disse na quarta-feira que o Google estava operando normalmente no país, incluindo todos os seus servidores, informou a agência de notícias TASS. Não está claro se as multas impostas ao Google, que incluem uma indenização de US$ 113 milhões aplicada em dezembro por falha repetida em deletar conteúdo ilegal, seriam as culpadas pela declaração de insolvência.

Como os aplicativos de encontros despertam o que há de pior em algumas pessoas

Qua, 05/18/2022 - 08:10

Por mais bizarros que alguns comportamentos possam parecer "na vida real", as pessoas fazem seus equivalentes digitais todo o tempo nos encontros online. Ícone do aplicativo Tinder aparece em smartphone REUTERS/Mike Blake/Illustration/File Photo Trair, desaparecer, roubar... os encontros online despertam o que há de pior em muitas pessoas. Mas realmente precisa ser dessa forma? Marcar um encontro hoje em dia traz uma enorme quantidade de armadilhas. Compartilhe essa notícia no WhatsApp Compartilhe essa notícia no Telegram Se um estranho começar a puxar conversa com alguém em um bar, poucas pessoas responderiam diretamente "não, você é baixo demais para mim e acho que não gosto das suas opiniões políticas - por favor, vá embora". Da mesma forma, a maioria dos homens não apresentaria sua genitália antes de dizer uma única palavra em um primeiro encontro. E muito poucas pessoas sairiam abruptamente de uma cafeteria no meio da conversa, deixando para trás alguém que estavam vendo há semanas. Grindr, principal aplicativo de encontros da comunidade LGBTQ+, abre capital na bolsa Airbnb anuncia mudança na forma de pesquisa de destinos para hospedagens Por mais bizarros que esses comportamentos possam parecer "na vida real", as pessoas fazem seus equivalentes digitais todo o tempo nos encontros online. Essas situações tornaram-se comuns nos milhares de sites e aplicativos de encontros online existentes e não há muita novidade nisso para seus usuários, hoje na casa dos milhões - 3 a cada 10 adultos nos Estados Unidos, uma proporção que salta para 48% entre pessoas com 18 a 29 anos de idade. Por isso, os candidatos a parceiros enfrentam muitos riscos emocionais enquanto rolam suas telas. Em 2018, uma equipe de pesquisadores da Holanda e dos Estados Unidos concluiu que 42% das pessoas com perfis no aplicativo de encontros Tinder eram casados ou mantinham um relacionamento, mas ainda assim procuravam encontros. LEIA MAIS: GUIA DA CARREIRA EM TI: profissões, salários, por onde começar e como se desenvolver WHATSAPP: Relembre e entenda as mudanças mais recentes do WhatsApp MUSK NO TWITTER: Bilionário diz que acordo pode travar caso plataforma não prove número de contas são falsas Paralelamente, o abuso praticado pelos trolls é frequente nesses aplicativos. E os usuários também praticam ghosting - pessoas que desaparecem sem deixar rastros - e alguns ainda enviam fotografias indesejadas. É claro que muitas pessoas comportam-se mal ao tentar encontrar alguém, ou até em encontros organizados por amigos comuns. Mas os aplicativos de encontros possuem características que tornam os maus comportamentos especialmente recorrentes. "A tela serve de intermediário para a nossa coragem, de forma que fazemos e dizemos coisas online que nunca faríamos na vida real", segundo Joanne Orlando, escritora e pesquisadora da Austrália que estuda o bem-estar digital. Outros aspectos desses aplicativos, como seus algoritmos que inspiram a dependência e a imensa quantidade de opções, também aumentam a coragem das pessoas. Eles parecem fornecer aos usuários não apenas uma "permissão", mas até um incentivo para que se comportem mal. Aumentando as chances O que eles oferecem, afinal, é um jogo de números. Não importa se os usuários buscam por sexo casual ou amor romântico - quanto maiores forem as suas redes, mais chances eles terão de encontrar o que desejam. Isso pode incentivar os usuários a descartar de forma cruel as possibilidades menos promissoras e sair rapidamente de uma pessoa para outra, utilizando os aplicativos com suas máximas possibilidades. Tudo isso traz consequências perturbadoras para os encontros online e para os milhões de pessoas que confiam nesses sites e aplicativos para encontrar parceiros - números que crescem a cada ano. O mau comportamento praticado e aperfeiçoado nos aplicativos de encontros pode ser facilmente extrapolado para outros aspectos das nossas vidas. E, muitas vezes, é isso o que acontece. Mau comportamento O "mau comportamento" em aplicativos de encontros varia muito. Ele vai desde aquela mensagem chamativa relativamente inofensiva, mas presunçosa ("e aí, o que vamos fazer hoje à noite?") até abusos e ameaças declaradas. Mas muitas das transgressões mais comuns ficam em algum lugar no meio do caminho - e isso inclui a infidelidade. Dana Weiser, professora da Universidade de Tecnologia do Texas, nos Estados Unidos, estuda a infidelidade e interessou-se em examinar esse fenômeno no Tinder depois que uma das suas assistentes de pesquisa de graduação mencionou que havia visto o namorado da sua amiga no aplicativo. Ele estava fingindo ser solteiro e a amiga não sabia como lidar com isso. Solidária e intrigada pelo dilema da aluna, Weiser começou a coletar dados sobre infidelidade no Tinder de 550 estudantes de graduação, que foram publicados em um estudo em 2018. Muitos participantes afirmaram ter presenciado traições no aplicativo. Cerca de 64% relataram ter visto alguém no Tinder que eles sabiam que estava em um relacionamento monogâmico. E os próprios participantes da pesquisa não estavam livres desse comportamento: cerca de 17% deles admitiram ter enviado mensagens para alguém no Tinder quando estavam em um relacionamento e cerca de 7% afirmaram ter tido alguma experiência sexual com alguém que conheceram no Tinder enquanto namoravam outra pessoa. Weiser reconhece que existem diversas razões para que as pessoas sejam infiéis e o Tinder é um dos muitos "instrumentos" que podem facilitar esse processo. Mas ela afirma que aplicativos como o Tinder podem facilitar a procura de alguém para a traição, pois eles apresentam uma série de pessoas que já estão buscando romance e sexo, não necessariamente na mesma comunidade. Em 2021, por exemplo, o Tinder lançou uma função que permite que os usuários bloqueiem os contatos de pessoas que não gostariam de encontrar enquanto tentassem conhecer alguém - como familiares, colegas e ex-namorados. Isso pode tornar o aplicativo uma ferramenta ainda mais segura para possíveis traições, com funções que podem ajudar a evitar que eles sejam descobertos. Outro problema é o ghosting, um comportamento típico dos encontros online que se tornou uma forma cada vez mais aceita de terminar relacionamentos amorosos recentes. O ghosting tem diversas formas, que vão desde terminar um relacionamento abruptamente, deixando de responder mensagens, até reduzir lentamente as comunicações, segundo Leah LeFebvre, professora de estudos da comunicação da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos. Em uma pesquisa realizada em 2016 pelo serviço de encontros Plenty of Fish, 80% dos participantes com 18 a 33 anos de idade relataram ter passado por pelo menos um fim de relacionamento por ghosting. Os conflitos interpessoais nunca são fáceis e os serviços de encontros online permitem que as pessoas terminem relacionamentos sem interação cara a cara, segundo LeFebvre. Nestes casos, as pessoas simplesmente podem se afastar ou desaparecer do mundo digital. Com relação à má conduta, o afastamento mais lento pode parecer "mais sutil", segundo LeFebvre, "mais ainda pode causar impactos", deixando a outra pessoa questionando o que terá feito de errado. LeFebvre publicou um estudo sobre ghosting em 2019. Ela não se concentrou exclusivamente nos aplicativos de encontros, mas muitas das pessoas pesquisadas observaram como o "ghosting surgiu simultaneamente com os aplicativos de encontros para celulares". Isso sugere que a prática está relacionada de alguma forma a encontrar potenciais parceiros online. "Existem muitas oportunidades para desaparecer [nos aplicativos] antes mesmo do primeiro encontro", ressalta ela. 'Muitas emoções negativas' Geralmente, as mulheres são desproporcionalmente afetadas pelo mau comportamento nos encontros online. Mas isso ocorre particularmente com o que LeFebvre acredita que seja o principal problema dos aplicativos de encontros: "mensagens de texto de sexo explícito indesejadas". E sua pesquisa demonstrou, como era esperado, que os alvos dessas mensagens são principalmente as mulheres. Em um estudo realizado em 2020 pelo think tank (centro de pesquisa e debates) norte-americano Pew Research Center, 35% dos participantes relataram que alguém enviou para eles uma "imagem ou mensagem explícita indesejada" em um aplicativo de encontros - mas esse número sobe para 57% entre as mulheres com 18 a 34 anos de idade. Governo orienta Procons a processarem Apple e Samsung por venda de celulares sem carregadores Brasileiro ficará em trailer no meio do deserto antes de viagem espacial Nesse grupo, 44% relataram que alguém as chamou por um nome ofensivo em um site ou aplicativo de encontros, em comparação com 28% da população geral de usuários, e 19% das mulheres jovens afirmam que alguém as ameaçou com violência física nos aplicativos, contra 9% das pessoas em geral. Ao conduzir seu estudo sobre "perpetração e impacto de abusos em encontros digitais", Cynthia Brown, pesquisadora da Universidade de Melbourne, na Austrália, ficou particularmente surpresa com a "visão equivocada dos homens jovens sobre o impacto [do seu comportamento em aplicativos de encontros] sobre as jovens mulheres". "Alguns homens jovens, por exemplo, achavam que havia jovens mulheres que gostariam e se sentiriam lisonjeadas se uma imagem íntima [da mulher jovem] fosse compartilhada", segundo ela. Brown acredita que, na mente deles, a aprovação das fotos da mulher nua (que elas haviam compartilhado em particular, apenas com seu namorado) por outros homens representaria um endosso positivo. Qual mulher iria querer isso? As mulheres jovens, vítimas de mau comportamento em encontros digitais no estudo de Brown, relataram "muitas emoções negativas", como tensão e medo, enquanto os homens jovens "preocupavam-se muito mais com suas reputações", segundo suas experiências nos aplicativos. Brown sugere que isso coincide com o sentimento de alguns homens de que a rejeição nos aplicativos de encontros questiona sua masculinidade, o que pode alimentar seus comportamentos abusivos. Joanne Orlando, a pesquisadora sobre bem-estar digital, afirma que, embora homens e mulheres possam ser alvo de comentários negativos durante encontros online, existe um abismo entre gêneros na forma de manifestação desses abusos. Ela indica que as mulheres têm muito mais possibilidade de ser o alvo de comentários sexuais inadequados nos aplicativos de encontros, enquanto os homens são mais sujeitos a receber comentários negativos sobre seus (talvez inexistentes) sucessos e conquistas. E esses "comentários depreciativos" são um problema crescente, segundo ela, pois as pessoas estão "descontando seus problemas e frustrações nos demais". Por isso, "existe uma aceitação geral de que as pessoas 'não se portarão bem' online". 'Gradualmente baixamos nossos padrões' À medida que esse tipo de ação se prolifera pelos encontros online, existe um efeito colateral problemático: "parte do mau comportamento torna-se mais normal", afirma LeFebvre. E essa aceitação crescente fez com que essas transgressões online também se infiltrassem na vida das pessoas fora das telas. A infindável cultura de golpes nos encontros online, por exemplo, pode fazer com que as pessoas fiquem mais indiferentes sobre a humanidade dos demais, o que pode levá-las a agir de forma mais cruel. Na prática, o fluxo interminável de fotos de usuários online pode não parecer diferente dos doces coloridos que caem pela tela quando jogamos Candy Crush. Por isso, mesmo quando os usuários de aplicativos se encontram pessoalmente, eles ficam condicionados por essa cultura indiferente do aplicativo de encontros e aceitam com mais naturalidade comportamentos insensíveis como ghosting, mesmo depois de um encontro pessoal. Mas os encontros online não fizeram com que todos piorassem. Há um lado positivo e LeFebvre observou no seu trabalho que, às vezes, as más condutas nos aplicativos de encontros podem inspirar quem sofre a experiência a fazer melhor. Algumas das pessoas que sofreram ghosting e sentiram o comportamento como psicologicamente muito prejudicial decidiram nunca magoar ninguém daquela forma. Mas, infelizmente, esta foi uma "pequena categoria" das pessoas estudadas por LeFebvre. Muitas pessoas precisaram se proteger mais contra mágoas se quisessem permanecer nos aplicativos de encontros. E muitos concluíram que conhecer pessoas é simplesmente um processo desagradável, segundo LeFebvre, depois de terem sido vítimas de mau comportamento muitas vezes. Orlando sugere que, surpreendentemente, o trabalho de precisar selecionar tantas pessoas em aplicativos de encontros, sem saber quem enviará uma foto de nudez indesejada e quem aparecerá com flores no dia seguinte, pode fazer com que os usuários "aceitem" os comportamentos negativos junto com os bons. "Ficamos acostumados com esse tipo de comunicação e ele se torna parte do relacionamento, provavelmente do seguinte e do outro depois desse", afirma ela. A longo prazo, isso afeta o que as pessoas consideram como aceitável nos relacionamentos. "Gradualmente, nós baixamos os nossos padrões."

MP vai investigar disparo em massa de mensagens no WhatsApp favoráveis a pré-candidato ao Governo do Paraná

Ter, 05/17/2022 - 19:17

Números paranaenses conteúdo do pré-candidato do PSDB, Cesar Silvestri Filho. Assessoria do político nega responsabilidade pelos envios. Aplicativo baniu ao menos duas contas. App não informou quantos usuários receberam o conteúdo das contas banidas Marcelo Camargo/Agência Brasil A Procuradoria Regional Eleitoral informou nesta terça-feira (17) que investigará o envio em massa de mensagens pelo WhatsAppp a diversos números de celular do Paraná. O conteúdo disparado seria favorável ao pré-candidato ao governo do estado Cesar Silvestri Filho (PSDB). De acordo com o Ministério Público, após a apuração, analisará quais providência tomar. Ao g1, a assessoria de imprensa de Cesar Silvestre Filho afirmou não ser responsável pelo disparo das mensagens e não ter conhecimento sobre os responsáveis pelos dispositivos. O WhatsApp baniu ao menos duas contas de usuários que dispararam mensagens em massa para eleitores do Paraná. Os conteúdos enviados são favoráveis ao pré-candidato. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo e confirmada pelo g1, nesta terça. Conteúdo enviado mostra tucano como 'terceira via' no estado A prática de envios de mensagens em massa com conteúdo eleitoral sem consentimento do destinatário é considerada ilegal pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O WhatsApp afirma que a prática fere os termos da plataforma e que usuários podem fazer denúncias. Cesar Silvestri Filho é ex-prefeito de Guarapuava Reprodução/RPC TSE proíbe envio em massa de propaganda por aplicativos nas eleições de 2022 O que diz o WhatsApp O WhatsApp confirmou que as contas que dispararam as mensagens foram banidas do sistema, assim como outras que foram identificadas com comportamento semelhante. A empresa disse que a prática fere os Termos de Serviço da plataforma. Usuários também reportar condutas inapropriadas por meio da ferramenta "denunciar contato", disponível dentro das conversas. "Em breve, também será possível denunciar tais contas suspeitas por disparos em massa diretamente na plataforma de denúncias desenvolvida em parceria entre WhatsApp e TSE, conforme recente anúncio com a Justiça Eleitoral", afirmou em nota. O WhatsApp não informou quantos usuários receberam o conteúdo das contas banidas. Resolução do TSE Uma resolução de 2021 do TSE proíbe o disparo em massa de conteúdo eleitoral por meio de aplicativos de mensagem de texto, sem consentimento prévio do destinatário. Segundo o TSE, a prática pode ser considerada abuso de poder econômico e propaganda irregular, podendo resultar na impugnação do registro da candidatura e na inelegibilidade. Além disso, o autor dos disparos em massa pode receber uma multa de até R$ 30 mil. VÍDEOS: mais assistidos do g1 PR p Veja mais notícias do estado no g1 Paraná.

Twitter perde mais três executivos em meio a impasse na negociação com Musk

Ter, 05/17/2022 - 17:06

Baixas na equipe acontecem dias após a empresa comunicar saída de outros dois chefes de divisão e uma pausa nas contratações. Fachada da sede do Twitter em San Francisco, Califórnia REUTERS/Stephen Lam/File Photo O Twitter confirmou nesta terça-feira (17) a saída de mais três executivos que ocupavam cargos de liderança. A informação foi publicada pela Bloomberg, que afirma que eles optaram por deixar seus cargos. Compartilhe essa notícia no WhatsApp Compartilhe essa notícia no Telegram A saída de Ilya Brown, vice-presidente de gerenciamento de produto; Katrina Lane, vice-presidente do Twitter Service; e Max Schmeiser, chefe de ciência de dados foi anunciada por meio de um memorando interno. Ilya Brown usou a rede social para comentar a saída após seis anos no Twitter. Segundo ele, a decisão "não é por causa de Elon ou incertezas dentro da empresa". "Somos gratos por todo o trabalho duro e liderança deles", afirmou uma porta-voz da empresa. "Continuamos focados em fornecer a melhor experiência para as pessoas no Twitter". Por que Elon Musk decidiu colocar compra do Twitter 'de molho' Elon Musk no Twitter: a cronologia da negociação até a suspensão do acordo de compra Na última quinta-feira (12), o Twitter já havia comunicado a saída dos chefes das área de consumo, Kayvon Beykpour, e de receitas, Bruce Falck. Eles afirmaram na rede social que foram demitidos pelo presidente-executivo da companhia, Parag Agrawal. Na ocasião, a empresa também anunciou uma pausa nas contratações e uma revisão nas vagas que já estavam em aberto. As mudanças no comando do Twitter ocorrem em meio ao processo de compra da empresa por Elon Musk, o homem mais rico do mundo. Em abril, a empresa afirmou que seu conselho de administração aceitou uma oferta de US$ 44 bilhões feita pelo magnata. Na última sexta-feira (13), Musk declarou que o acordo estava "temporariamente suspenso" enquanto ele aguardava dados sobre contas falsas. Na segunda-feira (16), ele ironizou Parag Agrawal com um emoji de cocô no Twitter em uma discussão sobre contas falsas. O bilionário voltou a afirmar nesta terça-feira (17) que a transação não pode avançar até que a empresa prove sua estimativa de menos de 5% de contas falsas em sua base de usuários. Elon Musk e o Twitter: Uma relação antiga e polêmica

Disparo em massa no WhatsApp: eleitores recebem mensagens a favor de pré-candidato ao Governo do Paraná; contas são banidas

Ter, 05/17/2022 - 12:30

Telefones paranaenses receberam vídeo com conteúdo do pré-candidato do PSDB, Cesar Silvestri Filho. Assessoria do político afirmou que ele não é responsável pelo disparo em massa. Usuários do WhatsApp no Paraná receberam mensagens com conteúdo eleitoral Divulgação O WhatsApp baniu ao menos duas contas de usuários que dispararam mensagens em massa para eleitores do Paraná, a favor do pré-candidato ao governo do estado Cesar Silvestri Filho (PSDB). A informação foi divulgada pelo jornal O Globo e confirmada pelo g1, nesta terça-feira (17). A prática de envios de mensagens em massa com conteúdo eleitoral sem consentimento do destinatário é considerada ilegal pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O WhatsApp afirma que a prática fere os termos da plataforma e que usuários podem fazer denúncias. TSE proíbe envio em massa de propaganda por aplicativos nas eleições de 2022 De acordo com o colunista Lauro Jardim, dois telefones de São Paulo e do Rio de Janeiro enviaram um vídeo para eleitores paranaenses com uma peça publicitária que foi produzida pelo PSDB para inserções no rádio e na televisão. O vídeo tem 30 segundos e mostrava imagens do atual governador Ratinho Junior (PSD), do ex-governador Roberto Requião (PT) e do pré-candidato Cesar Silvestre Filho, que se apresenta como opção para a terceira via. As mensagens foram enviadas por telefones que tinham a bandeira do Paraná como foto de perfil. Ao g1, a assessoria de imprensa de Cesar Silvestre Filho afirmou que não é responsável pelo disparo das mensagens e que não tem conhecimento sobre os responsáveis pelos dispositivos. Sobre o tema, a reportagem também procurou a Procuradoria Regional Eleitoral, que informou que investigará o caso. Cesar Silvestri Filho é ex-prefeito de Guarapuava Reprodução/RPC O que diz o WhatsApp O WhatsApp confirmou que as contas que dispararam as mensagens foram banidas do sistema, assim como outras que foram identificadas com comportamento semelhante. A empresa disse que a prática fere os Termos de Serviço da plataforma. Usuários também reportar condutas inapropriadas por meio da ferramenta "denunciar contato", disponível dentro das conversas. "Em breve, também será possível denunciar tais contas suspeitas por disparos em massa diretamente na plataforma de denúncias desenvolvida em parceria entre WhatsApp e TSE, conforme recente anúncio com a Justiça Eleitoral", afirmou em nota. O WhatsApp não informou quantos usuários receberam o conteúdo das contas banidas. Resolução do TSE Uma resolução publicada pelo TSE, no fim de 2021, proíbe o disparo em massa de conteúdo eleitoral por meio de aplicativos de mensagem de texto, sem consentimento prévio do destinatário. Segundo o TSE, a prática pode ser considerada abuso de poder econômico e propaganda irregular, podendo resultar na impugnação do registro da candidatura e na inelegibilidade. Além disso, o autor dos disparos em massa pode receber uma multa de até R$ 30 mil. A decisão foi tomada depois de um julgamento do TSE de uma ação contra a chapa Bolsonaro-Mourão sobre denúncia do uso de empresas contratadas por empresários ligados à campanha de Jair Bolsonaro (PL), que usaram esses serviços para atacar adversários na campanha presidencial de 2018. A Corte rejeitou caçar a chapa, mas reconheceu que os disparos em massa aconteceram. VÍDEOS: mais assistidos do g1 PR Veja mais notícias do estado no g1 Paraná.

WhatsApp Web apresenta instabilidade nesta terça

Ter, 05/17/2022 - 10:12

Usuários relataram dificuldades para conectar na versão para navegador do aplicativo por volta das 10h10. whatsapp Dado Ruvic/Reuters Usuários relataram dificuldades para acessar o WhatsApp Web nesta terça-feira (17). O site Downdetector, que reúne relatos de instabilidade, registrou problemas por voltas das 10h10 com mais de 415 reclamações. Compartilhe essa notícia no WhatsApp Compartilhe essa notícia no Telegram No Twitter, usuários apontam problemas como lentidão no carregamento de mensagens e dificuldade para conectar ou desconectar no serviço. O WhatsApp afirma que está ciente de que pessoas estão enfrentando atrasos ao carregar suas mensagens nas versões Web e Desktop e que "está trabalhando em melhorias para que a experiência volte ao normal em todos os dispositivos vinculados.” Usuários reclamam sobre instabilidade do WhatsApp Web no Twitter Reprodução/Twitter Usuários relatam lentidão do WhatsApp Web nesta terça-feira (17) Reprodução/Twitter LEIA TAMBÉM: Relembre e entenda as mudanças mais recentes do Whatsapp WhatsApp libera reações com emojis para usuários; saiba como atualizar A companhia ainda explica vem liberando aos poucos o recurso que dispensa a necessidade de celular para acessar a versão web do mensageiro. A função é testada desde julho do ano passado. O WhatsApp Web, ferramenta que permite usar o aplicativo de mensagens em navegadores é um alvo frequente de críticas dos usuários. O g1 realizou o teste e, após a leitura do QR code, o aplicativo fica carregando até que envia uma mensagem de erro, dizendo: "Não foi possível conectar o aparelho". WhatsApp Web não conecta para alguns usuários Reprodução

Elon Musk volta a dizer que acordo com Twitter pode travar caso plataforma não prove que menos de 5% de contas são falsas

Ter, 05/17/2022 - 06:07

Musk chegou a usar um emoji de cocô para ironizar o presidente-executivo da rede social, Parag Agrawal, sobre como é feita a estimativa de contas falsas na rede social. Elon Musk Reuters O bilionário e CEO da Tesla, Elon Musk, voltou a dizer, nesta terça-feira (17), que seu acordo para comprar o Twitter não pode avançar, a menos que a empresa prove que menos de 5% das contas na plataforma são falsas ou spam. "20% de contas falsas/spam, enquanto 4 vezes o que o Twitter afirma, pode ser *muito* maior. Minha oferta foi baseada na precisão dos registros da SEC do Twitter. Ontem, o CEO do Twitter se recusou publicamente a mostrar prova de <5%. Este acordo não pode avançar até que ele o faça", tuitou Elon Musk. SEC é a abreviação de Security and Exchange Comission, o equivalente nos Estados Unidos à Comissão de Valores Mobiliários. LEIA MAIS: Musk usa emoji de cocô para ironizar chefe do Twiter Elon Musk diz que equipe jurídica do Twitter o acusa de violar confidencialidade sobre bots Por que Elon Musk decidiu colocar compra do Twitter 'de molho' Um dia antes, na segunda-feira (16), Musk trocou farpas com o presidente-executivo do Twitter, Paraj Agrawal, que postou textos explicando o esforço de sua empresa para combater as contas utilizadas por robôs. Musk usou um emoji de cocô para ironizar Agrawal sobre como é feita a estimativa de contas falsas na rede social. Depois de suspender sua oferta na semana passada, aguardando informações sobre contas de spam, Musk disse suspeitar que elas representam pelo menos 20% dos usuários — em comparação com as estimativas oficiais do Twitter de 5%. "Você não pode pagar o mesmo preço por algo que é muito pior do que eles alegaram", disse Musk na All-In Summit 2022, uma conferência de tecnologia em Miami, nos EUA, nesta segunda-feira (16). Questionado se o acordo com o Twitter é viável a um preço diferente, Musk disse: "Quero dizer, não está fora de questão. Quanto mais perguntas eu faço, mais minhas preocupações crescem". "Eles alegam que têm essa metodologia complexa que só eles podem entender... Não pode ser algum mistério profundo que é mais complexo do que a alma humana ou algo assim." No sábado (14), Musk revelou que, para estimar a quantidade de contas falsas e de spam, o Twitter utiliza uma amostra de 100 perfis. Em seguida, ele disse que a equipe jurídica da empresa o acusou de violar um acordo de confidencialidade ao divulgar o tamanho da amostragem. Quem é Elon Musk, bilionário eleito 'Personalidade do Ano' pela revista 'Time' Acordo de compra Na sexta-feira (13), Musk chegou a declarar que o acordo para comprar a empresa por US$ 44 bilhões estava "temporariamente suspenso" enquanto ele aguardava dados sobre contas falsas. Horas depois, afirmou que continuava comprometido com a compra, mas disse que sua equipe testaria "uma amostra aleatória de 100 seguidores" no Twitter para identificar os bots. Neste dia, as ações do Twitter na bolsa de Nova York caíram 9,67% e encerraram o dia vendidas a US$ 40,72 cada uma. Em abril, o conselho de administração da empresa aceitou a oferta de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) feita pelo magnata. O que dá US$ 54,20 por cada ação, bem acima do atual valor.

Brasileiro ficará em trailer no meio do deserto antes de viagem espacial

Ter, 05/17/2022 - 04:00

Victor Correa Hespanha mostrou imagens do local conhecido como Vila dos Astronautas, que já foi usado por outros tripulantes da Blue Origin. Lançamento do foguete está previsto para sexta-feira (20), às 10h30 (horário de Brasília). Brasileiro ficará em local conhecido como Vila dos Astronautas antes de viagem da Blue Origin Reprodução/Instagram O brasileiro Victor Correa Hespanha, escolhido para a próxima missão espacial da Blue Origin, ficará hospedado em um trailer no deserto do Texas até o lançamento do foguete. O voo está previsto para acontecer na sexta-feira (20), às 10h30 (horário de Brasília), e deve durar cerca de 10 minutos. "Chegando na nossa casinha no meio do deserto", disse o brasileiro ao lado de sua esposa, Marcella Diniz Hespanha, em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram. Os dois chegaram a El Paso, cidade próxima ao local de lançamento, na tarde de segunda-feira (16). Quem é o brasileiro que vai para o espaço depois de ganhar sorteio? Eles ficarão no local conhecido como Vila dos Astronautas, que já foi usado por outros passageiros de voos da Blue Origin. Victor disse que sua vida "virou de cabeça pra baixo" e que está se "preparando mental e fisicamente para a viagem". "Em primeiro lugar, tenho que manter meu peso até lá. Pela questão do balanceamento da cápsula que vai ser lançada pro espaço não posso perder ou ganhar peso demais. Então tô mais rigoroso na dieta e dormindo bem, apesar da rotina estar cada vez mais doida", publicou o brasileiro. Conheça o brasileiro que ganhou sorteio para ir ao espaço: 'Não é só para bilionários' Voo orbital x suborbital: as diferenças entre voos da Blue Origin e da SpaceX Sabe tudo sobre a nova corrida espacial? Faça o teste e descubra O treinamento está previsto para começar nesta terça-feira (17). "Serão três dias praticamente imerso na Vila dos Astronautas antes do grande dia do lançamento", publicou. Vila dos Astronautas é usada por turistas espaciais da Blue Origin Divulgação/Blue Origin Segundo brasileiro no espaço O engenheiro de produção, Victor Correa Hespanha, de 28 anos, foi sorteado para viajar pelo espaço Arquivo pessoal Victor Correa Hespanha, de 28 anos, é engenheiro de produção e mora em Belo Horizonte (MG). Ele foi escolhido para ser um dos seis tripulantes da missão NS-21 depois de comprar um NFT pela primeira vez pela Crypto Space Agency (CSA). O investimento foi de R$ 4 mil. Ele será segundo brasileiro a viajar ao espaço, juntando-se a Marcos Pontes, que foi à Estação Espacial Internacional (ISS) em 2006. A CSA, que pagou pela passagem de Victor, diz ter a missão de unir a tecnologia da indústria espacial com o mercado de criptomoedas. Em 25 de abril de 2022, a empresa colocou 5.555 NFTs à disposição do público e anunciou que um dos donos teria a chance de viajar ao espaço. O sorteado foi o brasileiro. Passageiros da NS-21 Passageiros da próxima missão espacial da Blue Origin, de Jeff Bezos Divulgação/Blue Origin Uma das colegadas de Victor na viagem será a mexicana Katya Echazarreta, que tem um canal no YouTube e apresenta séries de televisão que buscam oferecer inspiração para mulheres e outras minorias interessadas em ciências. Ela será a primeira mulher mexicana a ir ao espaço. Já o engenheiro e investidor Evan Dick fará o trajeto pela segunda vez. Ele esteve na missão NS-19, que também levou ao espaço Laura Shepard, filha do astronauta Alan Shepard, que é homenageado no nome do foguete. A próxima viagem da Blue Origin também terá como passageiros Hamish Harding, presidente da empresa de jatos executivos Action Aviation; Jaison Robinson, fundador da empresa imobiliária JJM Investments; e Victor Vescovo, cofundador da empresa de investimentos Insight Equity. Voos tripulados da Blue Origin A empresa de turismo espacial do magnata Jeff Bezos realizou 20 viagens ao espaço, mas apenas quatro tiveram passageiros. Em julho de 2021, o empresário participou da primeira missão tripulada com outras três pessoas. Jeff Bezos no espaço: Veja os melhores momentos do voo e entenda o caso Em outubro do mesmo ano, foi a vez do ator William Shatner, que interpretou Capitão Kirk da série "Jornada nas estrelas" ("Star trek"), finalmente conhecer o espaço. Ele também viajou com mais três passageiros. Em dezembro de 2021, a Blue Origin fez um terceiro voo tripulado, desta vez com seis pessoas. Entre elas, estava Laura Shepard, filha de Alan Shepard, que 60 anos antes se tornou o primeiro americano a ir ao espaço. A quarta missão tripulada aconteceu em março de 2022, quando outras seis pessoas foram ao espaço. Veja os melhores momentos da viagem de William Shatner, o 'Capitão Kirk', ao espaço

Instagram apresenta instabilidade nesta segunda

Seg, 05/16/2022 - 15:06

Usuários relataram erros nos stories e na aba 'Explorar' durante a tarde. Rede social afirmou que houve problema técnico e pediu desculpas. Ícone do Instagram. REUTERS/Thomas White Alguns usuários no Brasil encontraram dificuldades para acessar os stories do Instagram nesta segunda-feira (16). O problema foi normalizado por volta das 16h, de acordo com a ferramenta Downdetector. Em nota, a rede social informou que um problema técnico fez com que algumas pessoas tivessem dificuldade para ver os stories e acessar o Explorar no Instagram. "Resolvemos o problema e pedimos desculpas por qualquer inconveniente”, afirmou a plataforma. O site, que reúne relatos de instabilidade, registrou um pico de reclamações por volta das 15h (horário de Brasília) com mais de 610 notificações de instabilidade. Por volta das 16h, a ferramenta registrava menos de 30 reclamações. Na versão do Downdetector para os Estados Unidos, houve um pico de 3.500 reclamações relacionadas à rede social. No Twitter, o Instagram ficou entre os termos mais comentados, com mais de 31 mil tuítes sobre o assunto. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text

Musk usa emoji de cocô para ironizar chefe do Twiter em discussão sobre contas de spam

Seg, 05/16/2022 - 14:46

Parag Agrawal explicou como a rede social verifica a quantidade de contas suspeitas e disse que não pode divulgar estimativa exata. Musk disse que a informação é fundamental para a saúde financeira da plataforma. Elon Musk Reuters O bilionário Elon Musk usou um emoji de cocô para ironizar o presidente-executivo do Twitter, Parag Agrawal, sobre como é feita a estimativa de contas falsas na rede social. No sábado (14), Musk revelou que, para estimar a quantidade de contas falsas e de spam, o Twitter utiliza uma amostra de 100 perfis. Em seguida, ele disse que a equipe jurídica da empresa o acusou de violar um acordo de confidencialidade ao divulgar o tamanho da amostragem. Compartilhe essa notícia no WhatsApp Compartilhe essa notícia no Telegram Em uma sequência de tuítes publicados nesta segunda-feira (16), Agrawal voltou a afirmar que menos de 5% dos usuários diários da rede social são contas voltadas para spam. "Nossa estimativa é baseada em várias revisões humanas (em réplicas) de milhares de contas, que são amostradas aleatoriamente, de forma consistente ao longo do tempo, de contas que contamos como usuários diários ativos e monetizáveis. Fazemos isso a cada trimestre e fazemos isso há muitos anos", publicou Agrawal. O executivo afirmou que cada revisão humana é baseada nas regras do Twitter sobre spam e usa dados públicos e privados para chegar a uma conclusão sobre cada caso. Em resposta a Agrawal, Musk ironizou: "Já tentou ligar para eles?" Initial plugin text Parag Agrawal substituiu Jack Dorsey como presidente-executivo do Twitter Divulgação/Twitter Agrawal disse que, diariamente, o Twitter suspende mais de 500 mil contas por spam. Ele também afirmou que, em casos de suspeita de spam, a plataforma bloqueia o acesso e exige que os usuários comprovem que são humanos por meio de códigos "captcha" e verificações por telefone. O presidente-executivo do Twitter apontou ainda que as estimativas sobre contas de spam estão bem abaixo dos 5% divulgados pela empresa, mas alegou que não pode revelar a projeção exata. "Infelizmente, não acreditamos que essa estimativa específica possa ser divulgada externamente, dada a necessidade crítica de usar informações públicas e privadas (que não podemos compartilhar)", escreveu Agrawal. Musk respondeu com um emoji de cocô e questionou: "Então, como os anunciantes sabem o que estão recebendo pelo seu dinheiro? Isso é fundamental para a saúde financeira do Twitter". Elon Musk rebate Parag Agrawal, CEO do Twitter sobre métricas para contas falsas Reprodução/Twitter Na sexta-feira (13), Musk chegou a declarar que o acordo para comprar a empresa por US$ 44 bilhões estava "temporariamente suspenso" enquanto ele aguardava dados sobre contas falsas. Horas depois, afirmou que continuava comprometido com a compra, mas disse que sua equipe testaria "uma amostra aleatória de 100 seguidores" no Twitter para identificar os bots. Elon Musk e o Twitter: Uma relação antiga e polêmica

Elon Musk diz que equipe jurídica do Twitter o acusa de violar confidencialidade sobre bots

Dom, 05/15/2022 - 08:48

Bilionário revelou no seu perfil que o tamanho da amostra para as verificações da rede social sobre usuários automatizados era de 100. Elon Musk Reuters O bilionário Elon Musk afirmou nas redes sociais que a equipe jurídica do Twitter o acusou de violar um acordo de confidencialidade ao revelar que o tamanho da amostra para as verificações da plataforma sobre bots e contas falsas era de 100 perfis. Para a empresa, esse dado é interno e confidencial. "O departamento jurídico do Twitter acabou de ligar para reclamar que eu violei seu NDA ao revelar que o tamanho da amostra de verificação de bot é 100!" tuitou Musk em sua conta, no sábado (14). Na sexta-feira (13), Musk chegou a afirmar que seu acordo de US$ 44 bilhões para tornar a empresa privada estava "temporariamente suspenso" enquanto ele aguardava dados sobre contas falsas. Horas depois, afirmou que continuava comprometido com a compra, mas disse que sua equipe testaria "uma amostra aleatória de 100 seguidores" no Twitter para identificar os bots. " Convido outras pessoas a repetir o mesmo processo e ver o que descobrem", afirmou. Um internauta chegou a questionar Musk como seria feito o processo de amostragem e o bilionário respondeu: "Qualquer processo sensato de amostragem aleatória é bom. Se muitas pessoas obtiverem resultados semelhantes de forma independente para % de contas falsas/spam/duplicadas, isso será revelador. Eu escolhi 100 como o número do tamanho da amostra, porque é isso que o Twitter usa para calcular <5% falso/spam/duplicado". Ele ainda brincou com a situação: "Os bots estão bravos por serem contados

Bradesco Financiamentos relata possível vazamento de dados de 53 mil clientes

Sáb, 05/14/2022 - 11:49

Banco informou que já comunicou os clientes e autoridades sobre incidente. Aplicativo do Bradesco Divulgação O Bradesco informou que sua subsidiária Bradesco Financiamentos detectou um incidente que pode ter permitido a visualização não autorizada de dados de contratos de cerca de 53 mil clientes. Em comunicado feito nesta sexta-feira (13), o banco afirmou à agência Reuters que "todas as medidas necessárias para a solução do incidente, bem como de comunicação aos clientes e às autoridades competentes, foram adotadas". LEIA MAIS McDonald's diz que dados de clientes no Brasil foram acessados sem autorização As senhas mais comuns em vazamentos de dados no Brasil Em 5 meses, ANPD não aplicou nenhuma sanção envolvendo segurança de dados Ainda conforme o Bradesco, o possível vazamento não colocou em risco a integridade de acesso a sistemas transacionais dos clientes. Vazamento de dados No mês passado, o Banco Pan informou que detectou recentemente uma "fragilidade" na plataforma de um fornecedor de tecnologia, utilizada na Central de Atendimento a clientes do segmento de cartões, o que permitiu o vazamento de informações de clientes. Isso possibilitou, de acordo com a instituição financeira, a cópia não autorizada de dados cadastrais e de limite disponível e saldo devedor "sem que tenham sido expostos dados completos de cartão, senhas ou qualquer dado que incorra em risco financeiro direto para o cliente e para o banco". Não foi informado quantos clientes foram expostos. A instituição financeira, de acordo com sua assessoria de imprensa, tem cerca de 17 milhões de clientes ativos. PIX: quais dados foram vazados, quais os riscos e como se proteger Em fevereiro deste ano, o Banco Central informou que houve vazamento de dados de "natureza cadastral" relacionados com o PIX de clientes da instituição financeira Logbank Soluções em Pagamentos S/A. De acordo com o BC, dados cadastrais vinculados a 2.112 chaves PIX, contendo o nome do usuário, o CPF, a instituição de relacionamento e o número da conta, foram vazados. Vazamento do Pix: BC apura dados de 160 mil clientes expostos sem autorização

Elon Musk diz que equipe fará 'amostra aleatória' para achar contas falsas no Twitter: 'Bots estão bravos por serem contados'

Sáb, 05/14/2022 - 08:21

Bilionário anunciou na sexta-feira (13) que havia suspendido compra da rede social, mas depois ressaltou que ainda estava comprometido. Magnata questiona a falta de detalhes nos dados sobre bots e contas falsas. Elon Musk, bilionário dono da Tesla e da SpaceX, em imagem de maio de 2021 Michele Tantussi/Reuters Após anunciar que suspendeu a compra do Twitter de forma temporária para que a empresa apresente dados do número de bots e contas falsas, o bilionário Elon Musk tuitou que sua equipe fará uma amostra com 100 perfis para ver quantos são falsos. Na sexta-feira (13), ele questionou a falta de detalhes dos cálculos revelados recentemente pela rede social. Horas depois de pedir mais informações, usou o Twitter para dizer que "segue comprometido" com a compra. "Para descobrir, minha equipe fará uma amostra aleatória de 100 seguidores do @Twitter. Convido outras pessoas a repetir o mesmo processo e ver o que descobrem", afirmou. Na sequência, brincou com a situação: "Os bots estão bravos por serem contados

Relembre e entenda as mudanças mais recentes do Whatsapp

Sáb, 05/14/2022 - 06:01

Em abril, o aplicativo anunciou uma série de melhorias, como reações nas mensagens, envios de arquivos grandes e aumento do número de pessoas durante chamadas em grupo. Whatsapp passou a oferecer uma série de funcionalidades nas últimas semanas. AP Photo/Andre Penner O WhatsApp anunciou tantas novidades nas últimas semanas que talvez você não tenha percebido todas. O g1 reúne aqui as que já estão disponíveis para os usuários — lembrando que elas chegam aos poucos / lembrando que elas são liberadas gradualmente para os usuários." E é importante lembrar: para utilizar as novidades, o aplicativo precisa estar sempre atualizado (saiba como atualizar no iPhone e nos Android ao fim da reportagem). As mudanças foram as seguintes: Reações a mensagens com emojis; Correção de bug que abria conversas erradas no iPhone; Chamadas em grupos de até 32 pessoas; Limitação de reencaminhamento de mensagens; Recursos adiados para o Brasil. 1 - Reações a mensagens com emojis WhatsApp começa a liberar reações com emojis para usuários Desde o último dia 6, o Whstasapp liberou um pacote com seis emojis de reação para mensagens no aplicativo. São eles:

Ações do Twitter despencam após Musk anunciar suspensão temporária de acordo de compra

Sex, 05/13/2022 - 17:31

Empresa registrou desvalorização de 9,67% na bolsa de Nova York. Recuo ocorreu após bilionário anunciar que espera detalhes sobre a proporção de contas falsas na rede social para continuar transação. Logo da empresa Twitter ao lado do perfil do bilionário americano, Elon Musk Dado Ruvic/REUTERS As ações do Twitter na bolsa de Nova York caíram 9,67% nesta sexta-feira (13) e encerraram o dia vendidas a US$ 40,72 cada uma. O recuo aconteceu após Elon Musk anunciar uma suspensão temporária em seu acordo de compra do Twitter. Em abril, o conselho de administração da empresa aceitou a oferta de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) feita pelo magnata. O que dá US$ 54,20 por cada ação, bem acima do atual valor. Declaração tumultuou tudo Na manhã desta sexta-feira, o bilionário afirmou que suspenderia o negócio porque estava à espera de detalhes sobre a proporção de contas falsas na rede social. Horas depois, ele disse que "ainda está comprometido com a compra". "O acordo (para a compra) do Twitter temporariamente suspenso por pendências em detalhes que sustentam que contas falsas de fato representam menos de 5% dos usuários", afirmou Musk em um post na rede social. Quem é Elon Musk e por que ele quer comprar a rede social? Contas falsas e spam: entenda o problema que fez Musk suspender a compra do Twitter O que pode mudar no Twitter na "era Musk" O Twitter estima que as contas falsas ou de spam representam menos de 5% de sua base de 229 milhões de usuários ativos. A estimativa representa, portanto, um grupo de 11,5 milhões de contas. A informação foi divulgada em um relatório à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) pela própria empresa, que admite a possibilidade de o número exato de contas falsas ser diferente. "Nossa estimativa de contas falsas ou de spam pode não representar com precisão o número real de tais contas, e o número real de contas falsas ou de spam pode ser maior do que estimamos", afirma o documento enviado pela rede social à SEC. Musk afirmou em abril que o combate às contas automatizadas seria a sua principal meta ao assumir o comando da rede social. "Francamente, a minha maior prioridade seria eliminar os bots de spam e golpes [scam] e os exércitos de bots que existem no Twitter. Eles fazem o produto ser muito pior", disse o bilionário em uma entrevista durante o evento TED. Raio X do Twitter Arte/g1